segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Diabetes

Sabe quando você está de TPM, precisando de um chocolate muito mais do que ar pra respirar?

Aí encontra o chocolate perfeito, ele olha pra você e você olha pra ele.
Pensa: É hoje que vou me deliciar!

Aí o chocolate cria perninhas e sai correndo. De repente uma voz do além vem e te diz:
- Não vai comer chocolate, não. Esse não é pra você! Só estava querendo te torturar!

Aí você conclui:
- Diabetes, só pode ser!! Nenhum chocolate é pra mim!
Oww Sra Voz!! Vai pro inferno!!!

É assim que to me sentindo!!
Seria cômico se não fosse trágico!!!
kkkkkkkkkkkkkkkk

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011



A cada dia que passa eu me assusto mais com a capacidade que o ser humano tem que fazer o mal. De mentir, enganar, de iludir pelo simples prazer de assim o fazer. Isso de certo deve trazer a falsa impressão de ser “melhor”.


Eu me assusto porque um dia fui criança e acreditei que as pessoas eram boas. Acreditei que o bandido era aquele cara mal encarado da TV, não aquele com cara de anjo que vive por perto.


E eu me assusto porque um dia eu sonhei em me casar vestida de bailarina e ser viver um conto de fadas. Me assusto porque eu quero acreditar que existem sim, pessoas boas no mundo e que eu vou sim, me casar vestida de bailarina com meu príncipe encantado, mesmo que isso possa parecer bobo demais.


Eu preciso acreditar nesses meus sonhos bregas porque são deles que me alimento e são eles que me fazem ter vontade de acordar de manha e encarar essa realidade que insiste em me fazer caretas.


Mas sabe, é essa coisa de ser uma criança que nunca cresce que me faz achar graça de caretas. É isso que faz com que a cada tombo que me rala o joelho ou me arranca a tampa do dedão do pé, depois de um choro dolorido, cheio de soluços, faz com que eu me levante e volte a brincar.


E que coisa, depois de secas, eu ainda arranco as casquinhas dos machucados e guardo em uma caixinha!


E como uma criança eu esqueço minhas dores e decepções por saber que eu tenho uma vida ainda pela frente! Eu sigo brincando de ser feliz!

Dri

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Eu sou sim a pessoa que some, que surta, que vai embora, que aparece do nada, que fica porque quer, que odeia a falta de oxigênio das obrigações, que encurta uma conversa besta, que estende um bom drama, que diz o que ninguém espera e salva uma noite, que estraga uma semana só pelo prazer de ser má e tirar as correntes da cobrança do meu peito.

Que acha todo mundo meio feio, meio bobo, meio burro, meio perdido, meio sem alma, meio de plástico, meia bomba. E espera impaciente ser salva por uma metade meio interessante que me tire finalmente essa sensação de perna manca quando ando sozinha por aí, maldizendo a tudo e a todos.

Eu só queria ser legal, ser boa, ser leve. Mas dá realmente pra ser assim?
(TATI BERNARDI)


POR ADRIANA BECKER

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

VOU USAR ROXO




Quando ficar velha, quero vestir roxo com chapéu vermelho, que não combina e fica ridículo em mim.
Vou gastar minha pensão em uísque, luvas de verão e sandálias de cetim e dizer que não tenho dinheiro para a manteiga.
Vou sentar-me no meio-fio quando estiver cansada, comer todas as ofertas do supermercado, tocar as campainhas dos vizinhos, arrastar meu guarda-chuva nas grades da praça.

Vou andar de chinelos na chuva, arrancar flores do jardim dos outros, e cuspir no chão.
Vou engordar sem culpa, comer salsicha no almoço e passar uma semana só na base de pão e picles.
Vou juntar caixinhas, lápis, cacarecos e rótulos de cerveja...

Mas enquanto ainda sou jovem, preciso de um tipo de roupa que me proteja da chuva tenho, tenho que pagar o cartão de crédito, não posso dizer palavrão na rua, devo dar bom exemplo aos filhos, preciso ler jornal, estar informada, trabalhar todos os dias, convidar meus amigos para jantar, mas viver em dieta...
Por isso, quem sabe...

Eu não deva começar a treinar desde agora?
Assim ninguém vai ficar chocado quando de repente, eu começar a usar roxo...

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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

OSSOS DO OFÍCIO!


Gente, sou uma mulher quase normal, tenho 2 filhas, trabalho lindamente, tenho dezenas de amigos (boa parte deles dizem que sou o máximo, ohhhh que maravilha!!). Sou uma balzaquiana feliz da vida (exceto nos dias de TPM ou quando atendo ligações de telemarketing), adoro os finais de semana cheio de gente bonita pra ver, conversar e as vezes até encostar um ‘cadin’, se é que me entende.

Aí o que acontece? Está a lora linda e sorridente se equilibrando em cima de um salto agulha de quase 12 centímetros sem esboçar nem um resquício de dor no dedão do pé, com meu copinho na mão quando uma miniatura de mulher (sim, eu de salto vou pra 1,90m) e diz:

“Oiiii tiaaa!! Lembra de mim? Sou amiga da sua filha!”.

oOoOoOoOiiiii???????


terça-feira, 21 de setembro de 2010

TO MORRENDO DE PREGUIÇA DE POSTAR QUALQUER COISA AQUI!

ME AJUDAAAAAAAAAAAAAAAAA


KKKKKKKKKKKKKK

QUALQUER HORA EU LEVO A SÉRIO AQUELA HISTÓRIA DE BRINCAR DE FALAR VERDADES AQUI!

VÃO ME AMAR!!!! MAIIIIISSSSSSSSS

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

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Que mulher não ficaria insana e desequilibrada ao lado de um homem que diz com a boca que ama, mas não diz com os olhos, que diz com a boca que está ali para o que der e vier, mas não diz com os atos?

Que mulher não piraria e não ficaria chata ao lado de um homem cheio de músculos, mas sem nenhuma força para ser um homem melhor?

Não, eu não queria o homem perfeito que eu idealizei não, eu só queria um homem de verdade.

Um homem que namora de verdade, que ama de verdade, que tenta de verdade, que encara a vida de verdade, que sofre de verdade, que tem saudade de verdade, que tem dor de verdade, que é humano de verdade.

(...) eu não precisava de alguém para me salvar, eu não colocava nele toda a minha felicidade, eu não queria mandar nele, eu não queria que ele deixasse de ver a Lua ou curtir o Sol, eu só queria que ele tivesse me amado metade do que ele disse que amava.

Ou metade do que eu amava.


(TB)
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