segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Diabetes
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

A cada dia que passa eu me assusto mais com a capacidade que o ser humano tem que fazer o mal. De mentir, enganar, de iludir pelo simples prazer de assim o fazer. Isso de certo deve trazer a falsa impressão de ser “melhor”.
Eu me assusto porque um dia fui criança e acreditei que as pessoas eram boas. Acreditei que o bandido era aquele cara mal encarado da TV, não aquele com cara de anjo que vive por perto.
E eu me assusto porque um dia eu sonhei em me casar vestida de bailarina e ser viver um conto de fadas. Me assusto porque eu quero acreditar que existem sim, pessoas boas no mundo e que eu vou sim, me casar vestida de bailarina com meu príncipe encantado, mesmo que isso possa parecer bobo demais.
Eu preciso acreditar nesses meus sonhos bregas porque são deles que me alimento e são eles que me fazem ter vontade de acordar de manha e encarar essa realidade que insiste em me fazer caretas.
Mas sabe, é essa coisa de ser uma criança que nunca cresce que me faz achar graça de caretas. É isso que faz com que a cada tombo que me rala o joelho ou me arranca a tampa do dedão do pé, depois de um choro dolorido, cheio de soluços, faz com que eu me levante e volte a brincar.
E que coisa, depois de secas, eu ainda arranco as casquinhas dos machucados e guardo em uma caixinha!
E como uma criança eu esqueço minhas dores e decepções por saber que eu tenho uma vida ainda pela frente! Eu sigo brincando de ser feliz!
Dri
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 18 de outubro de 2010
VOU USAR ROXO

segunda-feira, 4 de outubro de 2010
OSSOS DO OFÍCIO!

Gente, sou uma mulher quase normal, tenho 2 filhas, trabalho lindamente, tenho dezenas de amigos (boa parte deles dizem que sou o máximo, ohhhh que maravilha!!). Sou uma balzaquiana feliz da vida (exceto nos dias de TPM ou quando atendo ligações de telemarketing), adoro os finais de semana cheio de gente bonita pra ver, conversar e as vezes até encostar um ‘cadin’, se é que me entende.
Aí o que acontece? Está a lora linda e sorridente se equilibrando em cima de um salto agulha de quase 12 centímetros sem esboçar nem um resquício de dor no dedão do pé, com meu copinho na mão quando uma miniatura de mulher (sim, eu de salto vou pra 1,90m) e diz:
“Oiiii tiaaa!! Lembra de mim? Sou amiga da sua filha!”.
oOoOoOoOiiiii???????

